 |
|
|
Muito bom o artigo e vale a pena conferir as entrevistas!
RedundantementeSírio Possenti Zapeando, cheguei ao "Juca Entrevista". Do outro lado da mesinha estava o professor Pasquale Cipro Neto, explicando que a língua pode ser comparada a um guarda-roupa variado (foi o que entendi, até porque a comparação das variedades de uma língua com a de roupas é mais velha do que andar para frente). "Não se veste sempre a mesma roupa" equivale mais ou menos a "não se fala sempre do mesmo jeito". Ou seja, não há erros, propriamente, mas diferentes formas de falar. Além disso, há roupas adequadas para certas ocasiões e roupas para outras ocasiões. Ninguém vai à praia de terno nem a um casamento de bermuda. Assim são as variedades da língua: umas se usam em determinados contextos, outras, em outros. Por exemplo, às vezes você diz "dá licença", outras, "sai da frente". Não sei se Pasquale admitiria diferenças do tipo Os livros e Os livro. Tenho minhas dúvidas. Parecia que o Juca estava entendendo. E concordando. Mas logo perguntou com aquele ar de sabe-tudo: "e repetir o mesmo time, hein, hein?" (com olhar cúmplice significando "nós sabemos que isso não se diz" e sorriso de superioridade). Pasquale também logo desvestiu sua roupa de lingüista improvisado e voltou a ditar regras (eu não queria escrever "ditar", mas o contexto obriga): repetir o mesmo time, disse ele, é quase como subir pra cima (sim, ele disse "subir pra cima", afinal, o ambiente era descontraído e a conversa, de compadre). Eles não disseram o nome da coisa, afinal, Juca é jornalista esportivo, mas sua pergunta se destinava a criticar a tal redundância. Não consigo saber por quê - na verdade, até sei: é só de ouvir dizer -, mas muita gente, quase todos, especialmente os mais redundantes (tem algo mais redundante do que explicação de jogada, de derrota ou de vitória em mesa-redonda de futebol?), acham que a redundância é um vício de linguagem. É curioso, porque, por outro lado, todos acham que não se deve dizer os livro, forma não redundante de marcar plural, e sim os livros, apesar da redundância das marcas de plural. Gostam até de mais redundâncias do que isso: defendem os livros estão caros, com as quatro marcações de plural. E por que dizer nós vamos é bom, se vamos seria suficiente? Por que a regra só vale para certos casos? Mas qual é mesmo o problema de subir pra cima ou de descer pra baixo ou de sair pra fora? Em inglês não é assim? Em inglês, você senta pra baixo! Os sábios dirão: mas isso é inglês! Claro, claro. Mas subir pra cima não é inglês, é português! Mas é errado, dirão. Mas por que é errado, se em inglês é certo? Mas é redundante. Ah, é redundante! E quem disse que redundância é erro? Há muitas redundâncias nas línguas. Comparadas com as línguas que não têm artigos (o latim não tinha, o russo não tem), as que os têm são redundantes. Ou as outras serão vagas e incompletas? Há línguas que repetem o tópico, como o bergamasco que aprendi na infância. O português também tem tópico repetido: O Brasil, ele tem alguns problemas... Quem se dá conta de estruturas assim, repetidas diariamente por Joelmir Betting, para ficar em um cara famoso e que não é do povão? Outras línguas incluem expressões claramente repetitivas (moi, je suis), e ninguém do ramo as considera "problemas", muito menos defeitos. Algum Juca pode me explicar por que sapato precisa das três sílabas? Não poderia ficar só uma, por exemplo, sa? Poderia, se o problema fosse a garantia da informação. O resto está sobrando - é redundante, em sentido técnico. Também poderia ser apato ou pato ou ato ou to. Não poderia ser pato porque haveria confusão com o que nada na lagoa? E manga? A gente não sabe quando se trata da fruta e quando se trata de um pedaço da roupa, apesar de a palavra ser uma só? E ponto? Quantos sentidos tem essa palavra? E análise? Os que detestam redundância decoraram meia dúzia de exemplos (um dos preferidos é enfrentar ou encarar de frente) e os citam... redundantemente. Se houvesse interesse legítimo pela questão, seria possível obter informações interessantes e mais sofisticadas sobre o tema. Por exemplo, Marina Yaguello (Alice no país da linguagem, Lisboa, Editorial Estampa), tem um breve capítulo sobre o tema. Lá se aprende, entre outras coisas, que os começos de palavras são mais informativos (menos redundantes) que os finais (se digo sapa, é mais provável que você adivinhe que se trata de sapato do que se eu dissesse pato); as consoantes são mais informativas que as vogais (tira-se mais facilmente sapato de spt do que de aao), as vogais tônicas são mais informativas que as átonas, há mais informação em construções novas (elefantes cor-de-rosa) do que em velhas (elefantes de cor cinza). Fica bem claro por que os telegramas dispensam artigos (trem chegando) e o verbo ser (gato no telhado). E por que as línguas incluem tanta redundância? Ela facilita a comunicação, evita que se tenha que prestar total atenção sempre, elimina ambigüidades e mal-entendidos etc. Não é que ela seja necessária (por que rapariguinha precisa de duas marcas de feminino?), mas é bem funcional. Se continuassem comparando línguas e roupas, Pasquale e Juca acabariam se pronunciando sobre a necessidade - ou não - de cuecas, gravatas e outras peças. Afinal, servem pra quê? LINKS DAS ENTREVISTAS: PROFESSOR PASQUALE: http://www.youtube.com/watch?v=VY3eBg6Ux3M&feature=relmfu http://www.youtube.com/watch?v=xtosi45yVt8&feature=relmfu http://www.youtube.com/watch?v=dDH3t4TaAlw&feature=relmfu SIRIO POSSENTI: http://www.youtube.com/watch?v=L4hbZYndovM http://www.youtube.com/watch?v=ydj42OqNF08&feature=relmfu http://www.youtube.com/watch?v=bHrOsn5OGYo&feature=results_video&playnext=1&list=PL7C47D317C5D50030
Escrito por «ßëå»® às 19h56
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Dúvidas em ortografia?
Todos têm dúvidas ortográficas. Assim, sugerimos algumas estrátegias para que você possa solucioná-las e escrever com mais confiança. • Consulte dicionários impressos ou digitais. • Marque – em um caderno de anotações ou algo que você leve sempre em seus materiais – a ortografia de palavras que você usa com frequência e geram dúvidas. Consulte sempre que tiver dúvidas • Saiba algumas regras de ortografia (especialmente das palavras que oferecem mais dúvidas). Consulte: uol.com.br/folha/fovest/ortografia.shtml>. ( ABAIXO) • Leia bastante: quanto mais lemos, mais fixamos a ortografia das palavras, de forma natural. • Se não tiver certeza da ortografia de um termo e não houver como fazer a consulta, troque um sinônimo ou um termo de sentido equivalente. • Se estiver escrevendo no computador, preste atenção aos termos que o corretor ortográfico destaca. Ele costuma indicar ortografias incorretas. • Faça associações entre termos de uma mesma família. Por exemplo, “fingir”, “fingido”, “fingimento”. Dicas de português
- Ortografia DÍLSON CATARINO especial para o Fovest Online
A palavra Ortografia é formada por "orto", elemento de origem grega, usado como prefixo, com o significado de direito, reto, exato e "grafia", elemento de composição de origem grega com o significado de ação de escrever; ortografia, então, significa ação de escrever direito. É fácil escrever direito? Não!! É, de fato, muito difícil conhecer todas as regras de ortografia a fim de escrever com o mínimo de erros ortográficos. Hoje tentaremos facilitar um pouco mais essa matéria. Abaixo seguem algumas frases com as respectivas regras sobre o uso de ç, s, ss, z, x... Vamos a elas:
01) Uma das intenções da casa de detenção é levar o que cometeu graves infrações a alcançar a introspecção, por intermédio da reeducação.
a) Usa-se ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em TO: intento = intenção canto = canção exceto = exceção junto = junção
b) Usa-se ç em palavras terminadas em TENÇÃO referentes a verbos derivados de TER: deter = detenção reter = retenção conter = contenção manter = manutenção
c) Usa-se ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em TOR: infrator = infração trator = tração redator = redação setor = seção
d) Usa-se ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em TIVO: introspectivo = introspecção relativo = relação ativo = ação intuitivo – intuição
e) Usa-se ç em palavras derivadas de verbos dos quais se retira a desinência R: reeducar = reeducação importar = importação repartir = repartição fundir = fundição
f) Usa-se ç após ditongo quando houver som de s: eleição traição
Exceções: deslize e gaze.
h) Usa-se s em palavras terminadas em OSO, OSA: horrorosa gostosoExceção: gozo
03) I -Teresinha, a esposa do camponês inglês, avisou que cantaria de improviso.
II -Aterrorizada pela embriaguez do marido, a mulherzinha não fez a limpeza.
a) Usa-se o sufixo indicador de diminutivo INHO com s quando esta letra fizer parte do radical da palavra de origem; com z quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em s: Teresa = Teresinha Casa = casinha Mulher = mulherzinha Pão = pãozinho
b) Os verbos terminados em ISAR serão escritos com s quando esta letra fizer parte do radical da palavra de origem; os terminados em IZAR serão escritos com z quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em s: improviso = improvisar análise = analisar pesquisa = pesquisar terror = aterrorizar útil = utilizar economia = economizar
c) As palavras terminadas em ÊS e ESA serão escritas com s quando indicarem nacionalidade, títulos ou nomes próprios; as terminadas em EZ e EZA serão escritas com z quando forem substantivos abstratos provindos de adjetivos, ou seja, quando indicarem qualidade: Teresa Camponês Inglês Embriaguez Limpeza
04) O excesso de concessões dava a impressão de compromisso com o progresso.
a) Os verbos terminados em CEDER terão palavras derivadas escritas com CESS: exceder = excesso, excessivo conceder = concessão proceder = processo
b) Os verbos terminados em PRIMIRterão palavras derivadas escritas com PRESS: imprimir = impressão deprimir = depressão comprimir = compressa
c) Os verbos terminados em GREDIRterão palavras derivadas escritas com GRESS: progredir = progresso agredir = agressor, agressão, agressivo transgredir = transgressão, transgressor
d) Os verbos terminados em METERterão palavras derivadas escritas com MISSou MESS: comprometer = compromisso prometer = promessa intrometer = intromissão remeter = remessa
05) Para que os filhos se encorajem, o lojistacome jilócom canjica.
a) Escreve-se com j a conjugação dos verbos terminados em JAR: Viajar = espero que eles viajem Encorajar = para que eles se encorajem Enferrujar = que não se enferrujem as portas
b) Escrevem-se com j as palavras derivadas de vocábulos terminados em JA: loja = lojista canja = canjica sarja = sarjeta gorja = gorjeta
c) Escrevem com j as palavras de origem tupi-guarani. Jiló Jibóia Jirau
02) A pretensa diversão de Creusa, a poetisa vencedora do concurso, implicou a sua expulsão, porque pôs uma frase horrorosa sobre a diretora Luísa.
a) Usa-se s em palavras derivadas de verbos terminados em NDER ou NDIR: pretender = pretensão, pretensa, pretensioso defender = defesa, defensivo compreender = compreensão, compreensivo repreender = repreensão expandir = expansão fundir = fusão confundir = confusão
b) Usa-se s em palavras derivadas de verbos terminados em ERTER ou ERTIR: inverter = inversão converter = conversão perverter = perversão divertir = diversão
c) Usa-se s após ditongo quando houver som de z: Creusa coisa maisena
d) Usa-se s em palavras terminadas em ISA, substantivos femininos: Luísa Heloísa Poetisa Profetisa
Obs: Juíza escreve-se com z, por ser o feminino de juiz, que também se escreve com z.
e) Usa-se s em palavras derivadas de verbos terminados em CORRER ou PELIR: concorrer = concurso discorrer = discurso expelir = expulso, expulsão compelir = compulsório
f) Usa-se s na conjugação dos verbos PÔR, QUERER, USAR: ele pôs ele quis ele usou
g) Usa-se s em palavras terminadas em ASE, ESE, ISE, OSE: frase tese crise osmose
Escrito por «ßëå»® às 11h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Bem legal

Escrito por «ßëå»® às 10h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Educação para uma nova sociedade Da implantação da República, em 1889, até a Constituição Federal, em 1988, o avanço da escola pública no Brasil não foi contínuo, pois esteve marcado pelo fardo da escravidão e pelos traços de uma sociedade patrimonialista. Assim, em quase cem anos de República, a educação permaneceu prisioneira das condições de produção e reprodução do subdesenvolvimento nacional. Até a década de 1940, por exemplo, as possibilidades de inclusão dos filhos de negros na escola pública eram quase nulas, tanto assim que a parcela significativa dos analfabetos do país do início do século XXI possui mais de 55 anos de idade e não são brancos. Ao mesmo tempo, a apropriação patrimonialista do Estado por estritos segmentos sociais transformou a boa escola pública em quase exclusividade de reprodução de uma elite branca, sem conceder possibilidades para a universalização do acesso a toda população. Com a aprovação da Constituição Federal após a transição da ditadura militar (1964 – 1985) para o atual regime democrático, a educação pública ganhou relevância. Mas isso se deu associado à necessária garantia de recursos orçamentários, o que permitiu rapidamente ao país alcançar a universalização do acesso ao ensino fundamental. Neste novo contexto constitucional de estruturação do Estado de bem-estar social no Brasil, assistiu-se ao avanço da cobertura social para praticamente todos os segmentos vulneráveis da população, como crianças e adolescentes (Estatuto da Criança e Adolescente – ECA), idosos e portadores de necessidades especiais (reconfiguração do sistema de aposentarias e pensão), pobres (programas de transferências de renda, como o Bolsa Família), desempregados (seguro desemprego), entre outros. Com isso, os indicadores sociais passaram a apontar melhoras inegáveis, não obstante os enormes constrangimentos impostos pelo predomínio das políticas neoliberais desde o final da década de 1980. Os avanços sociais não foram, contudo, plenos. O segmento juvenil, por exemplo, permaneceu à margem, sendo somente mais tardiamente objeto de maior intervenção de políticas públicas. Mesmo assim, de forma parcial e incompleta, a começar pelo programa Agente Jovem do final dos anos 1990, passando pelo fracasso do programa Primeiro Emprego do início da década de 2000, até chegar ao mais estruturado programa governamental Pró-Jovem. Tendo em vista o enorme desafio atual de conceder maior atenção à problemática da inclusão juvenil no Brasil, torna-se fundamental a temática educacional, especialmente aquela atinente às condicionalidades que afetam a trajetória das condições de vida do segmento social de 16 aos 24 anos de idade. Inicialmente, percebe-se que, dos 29,3 milhões de jovens na faixa de 16 a 24 anos de idade, somente 32,4% mantinham-se afastados do mercado de trabalho no ano de 2008. Deste universo de 9,5 milhões de jovens inativos, 59% somente estudavam, enquanto 41% não estudavam, não trabalhavam e nem procuravam trabalho (3,9 milhões). A maior parte dos jovens de 16 a 24 anos encontrava-se ativa no interior do mercado de trabalho (19,7 milhões), sendo 16,7 milhões ocupados e 3 milhões na condição desempregados (15,2%). Dos que trabalhavam, somente 31,7% estudavam (5,3 milhões), indicando que a maior parte que se encontra ocupado não consegue estudar (11,4 milhões). No caso dos desempregados, 40% frequentavam escola (1,2 milhão) e 60% não estudavam (1,8 milhão). Resumidamente, constata-se que, da população de 16 a 24 anos de idade, somente 11,8 milhões (40,2%) estudavam em 2008. Deste universo, 47,5% (5,6 milhões) não trabalhavam nem procuravam trabalho (inativos), 44,9% (5,3 milhões) estavam ocupados e 10,2% (1,2 milhão), desempregados. Em relação aos jovens que não frequentavam escola (17,5 milhões), 65,1% trabalhavam (11,4 milhões), 22,2% não trabalhavam e nem procuravam trabalho (3,9 milhões) e 10,3% estavam desempregados (1,8 milhão). Para os 29,3 milhões de jovens na faixa de 16 a 24 anos de idade, a renda média familiar per capita era de R$ 512,70 ao mês em 2008. Mas para os jovens inativos que só estudavam, a renda média familiar per capita era de R$ 633,20 ao mês (23,5% superior à renda média). Já para os jovens inativos que não estudavam, a renda média familiar per capita era de somente R$ 309,60 ao mês em 2008 (39,6% inferior à renda média). No caso dos jovens ocupados que estudavam a renda média familiar per capita era de R$ 648,70 ao mês em 2008 (26,5% superior à renda média). Os jovens ocupados que não estudavam registraram renda média familiar per capita era de R$ 492,20 ao mês em 2008 (4% inferior à renda média). Por fim, entre os jovens desempregados que estudavam a renda média familiar per capita era de R$ 486,80 ao mês em 2008 (5,1% inferior à renda média), enquanto para os jovens desempregados que não estudavam a renda média familiar per capita era de R$ 320,20 ao mês em 2008 (37,6% inferior à renda média). Neste quadro, parece não haver dúvidas que a trajetória educacional do segmento de 16 a 24 anos de idade encontra-se diretamente vinculada ao nível de renda. Quanto menor a renda per capita familiar, maior a dificuldade de continuar ativo na educação. Não obstante os avanços necessários em termos de universalização do acesso educacional relativo ao ensino médio e superior, bem como a elevação da qualidade do ensino, há o tema estruturante da desigualdade de renda. Sem resolver isso, os discursos em favor da educação podem continuar sendo apenas retórica, sem efetividade para a totalidade dos jovens brasileiros. Este artigo é parte integrante da edição 107 de Fórum Fonte: http://www.revistaforum.com.br
Escrito por «ßëå»® às 11h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Mulher Mulher é ser forte É ter coração É agir com sentimento É conter a aflição Ser mulher é não ter medo De a vida transformar É impor amor e respeito E saber também perdoar Ser mulher é ser assim Simples e complicada Amável e batalhadora Feliz e também sofredora É esse o diferencial Para nós mulheres não há mal Que não possamos mudar Basta que possamos amar Só amar...
FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES - 09 DE MARÇO DE 2012
Escrito por «ßëå»® às 14h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Medo Nesses dias estava com um medo enorme de não conseguir fazer as coisas, de não ser humanamente capaz de enfrentar os desafios da vida, porém percebi que tendo medo que o pior acontecer nós atraímos muito sofrimento a nossa vida o que influenciar diretamente em nosso corpo e assim chamarmos de forma indireta aquilo que temos tanto medo. Então eu comecei a conversar com pessoas sobre a vida e sobre os medos e isso me ajudou porque percebi que ter medo é algo natural, a o que muda é a maneira com que lidamos com nossos medos é o que realmente faz a diferença, tem muita gente que fica remoendo, sofrendo suas angústias e ainda deixando as pessoas ao seu redor mal, daí vem a pergunta, isso adianta? Não, definitivamente não, temos que ter inteligência e calma e dar respostas racionais aos nossos medos e angústias, se não se tem provas concretas sobre seus medos para que sofrer. Viver é simples, nós complicamos as leis de Deus, não acreditamos em sua grande sabedoria e o pior muitas vezes ainda deixamos passar por nós as suas benções, pois com o nosso medo e sofrimento não estamos sintonizados a Deus da forma que Ele gostaria. Não precisamos ter medo do que pode acontecer , pois é uma ilusão e também não podemos ter medo de viver nossa realidade pois por estarmos inseridos nela é porque merecemos e temos sabedoria o suficiente para lidar com nossos problemas. Para encerrar esse texto quero mandar um grande abraço a todos os medrosos, que todos possam acalmar seus corações aflitos e que acreditem mais em si próprios vencendo assim suas inseguranças, é isso que Deus quer de nós, que confiemos nele mas que também, acima de tudo, acreditemos em nós mesmo e não tenhamos medo de enfrentar nossa vida para que nesta possamos enxergar e viver com felicidade todas as suas benções e oportunidades.
Escrito por «ßëå»® às 09h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
INJUSTIÇA, INJUSTIÇA, INJUSTIÇA!!! Desde que Fernanda Montenegro perdeu o Oscar para Gwineth Paltrow já era de se esperar que a academia do Oscar não avaliava muito bem os candidatos, mas agora eles de superaram.A música dos Muppets é bonitinha sim, mas daí ganhar da nossa querida "Favo de Mel", ah fala sério, que interesses estão por trás em premiar os Muppets? Fiquei pensando sobre isso e minha conclusão é que seria muito ruim aos americanos não premiarem um seriado tão tradicional e que tem tão haver com a cultura americana, premiar um filme sobre valores, cidadania, ecologia e uma música que realmente tem tudo haver com esse filme e é muito mais original seria dizer ao público que a simplicidade do nosso samba popular é muito melhor que todo poderio economico e os musicais de Hollywood, eles nunca fariam isso! Porém, confesso que acreditei que os americanos estivessem menos intransigentes e que o Oscar poderia se tornar um evento que realmente elegesse o melhor do cinema e não o melhor do cinema para os americanos que não entendem nada de humanidade. Pois bem, amei o comentário de José Wilker que disse que a música dos Muppets será em breve esquecida, diferente da música de Rio, pois a nossa música representa realmente o filme e uma cultura, e para mim vai além, essa música mexe com o nosso coração, entra diretamente na nossa alma, de brasileiros que somos, ver a ararinha azul sambando dá um sentimento tão bom na gente, que nos faz até acreditar em dias melhores para o nosso meio ambiente e que faz com que acreditemos que vale a pena lutar pela nossa cultura, mas o que a academia do Oscar entende sobre os sentimentos que o cinema produz? Quer saber eles provaram que não entendem nada e que serão sempre tradicionais, hipocrítas. Falando em Carlinhos Brown fiquei brava quando vi que ele foi super diplomático, pois se fosse eu lá provavelmente nem ficaria até o final da cerimônia, mas agora com sangue frio foi ótima sua atitude porque ele mostrou a todos que perder faz parte e não é por isso que perdemos o nosso valor, afinal, não deixamos der ser líderes pois chegamos muito longe com nossa animação. Vai ver que ele conhecendo os americanos mais do que eu, sabia que a cultura Muppets teria mais força e não se iludiu tanto. Enfim, fica aqui minha homenagem a Carlinhos Brown, Sergio Mendes, ao samba, ao carnaval , cultura brasileira que mesmo não reconhecida, sem prêmios continua linda e forte, e principalmente a todos que como eu hoje estão p... por não termos ganho com o que há de melhor hoje em termos de canção original que é sem sombras de dúvidas, por todos que realmente entendem de cinema, Favo de Mel , a música de In Rio, filme de Blue e Jade, as ararinhas azuis que tanto encantam os corações de crianças, jovens, adultos e idosos em todo o planeta.
Escrito por «ßëå»® às 17h06
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Direitos básicos da pessoa humana - completo
Direitos humanos básicos Muitas questões emocionais não são resolvidas devida a falta de percepção dos próprios direitos. Direitos humanos básicos:
· O direito de ter direitos e a defendê-los.
· O direito de manter a sua dignidade e respeito, comportando-se de modo positivo ou assertivo, - sem violar os direitos dos demais.
· O direito de ser tratado com respeito e dignidade.
· O direito de recusar pedidos sem ter que se sentir culpado ou egoísta.
· O direito de experimentar e expressar os próprios sentimentos.
· O direito de parar e pensar antes agir.
· O direito de mudar de opinião.
· O direito de pedir o que quiser (aceitando que o outro tem o direito de dizer não).
· O direto de fazer menos do que humanamente você se é capaz de fazer. · O direto de ser independente.
· O direito de decidir o que fazer com seu próprio corpo, tempo e propriedade (sempre agindo dentro da lei).
· O direito de cometer erros e de se responsabilizar por eles. · O direito de se sentir satisfeito consigo mesmo.
· O direito de ter suas próprias necessidades e que estas sejam tão importantes quanto as necessidades dos demais.
· O direito de pedir (e não exigir) aos demais que respondam às nossas necessidades e de decidir se satisfazemos ou não as necessidades dos demais.
· O direito de decisão quanto a satisfazer ou não as expectativas alheias, sem violar os diretos dos outros.
· O direito de ter opiniões e de expressá-las.
· O direito de discutir o problema com a pessoa envolvida, buscando esclarecimentos.
· O direito a ser ouvido e levado a sério.
· O direito de obter aquilo pôr que se paga.
· O direito a ficar só quando assim escolher.
· O direito de fazer qualquer coisa, desde que não viole os direitos de outros nem infrinja a lei.
Uma das fontes de consulta desses direitos é o site: http://www.nucleopersonna.com.br/artigos-a-videos/121 Lembrando que há várias outras fontes em sites de psicologia e as vezes o texto pode sofrer modificação de ordem, o que não interfere em seu conteúdo.
Escrito por «ßëå»® às 11h58
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
E tudo recomeça... Hoje começo a pensar em um recomeço, o ano de 2012 para mim vai começar de verdade agora em fevereiro, posso dizer que é agora que vou realizar as minhas metas, ou se não conseguir realizar todas, é agora, a partir de fevereiro que vou começar a fazer esse novo recomeço. Porém, quando falamos em recomeçar devem-se ter datas especificas? Ontem pensando sobre isso, conclui que, na verdade podemos recomeçar a cada segundo, ou mais, a cada milésimo de segundo ( infinito), por que a partir do momento que esse tempo passa o resto passa a ser passado, então se formos levar assim a sério, quando terminar de escrever esse texto, o inicio fará parte do passado, e quando alguém lê-lo também será um passado distante. Recomeçar significa mudar, ou seja, a gente pode mudar de opinião sempre, podemos errar no momento e depois tentar consertar, podem se fazer milhões de coisas em apenas um segundo, pensar em muitas ou coisas, ou simplesmente não se fazer nada, não pensar em nada, tudo depende de nossa própria escolha. Pensando em todas essas coisas, confesso que fico plenamente feliz em saber que posso recomeçar a todo o momento, e se fizer isso com grande convicção acredito que posso ser uma pessoa bem mais feliz, livre de culpas do passado ter dado errado, isso sem contar que sem datas especificas posso sim recomeçar a qualquer momento, mesmo quando os outros dizem que talvez seja o momento menos propicio, a decisão é só minha. Assim fica esse texto, registrando um pensamento passado, mas que talvez ajude alguém a recomeçar e viver melhor a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo, a cada milésimo de segundo e assim infinitamente....
Escrito por «ßëå»® às 13h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Cresce número de jovens que priorizam o trabalho Mais pessoas entre 18 e 22 anos têm deixado estudos de lado, mostra PNAD Economia aquecida pode ter contribuído para decisão de buscar emprego antes de pensar na faculdade
ÉRICA FRAGA DE SÃO PAULO Cresce número de jovens que priorizam o trabalho Mais pessoas entre 18 e 22 anos têm deixado estudos de lado, mostra PNAD Economia aquecida pode ter contribuído para decisão de buscar emprego antes de pensar na faculdade Uma parcela cada vez maior de jovens entre 18 e 22 anos tem engavetado ou abandonado os planos de estudo para apenas trabalhar. Entre os homens dessa faixa etária, mais da metade já se dedica exclusivamente ao trabalho -o percentual aumentou de 46,8% em 2001 para 51,1% em 2009. Já as mulheres que só trabalham representavam 31% do total em 2009 contra 27,5% em 2001. Os dados são da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e foram levantados pelo economista Naercio Menezes Filho, do Insper. Segundo especialistas, o fato de que mais jovens têm conseguido terminar a escola com a idade de 17 anos ajuda a explicar essa tendência. A fatia de alunos "atrasados" cursando o ensino médio caiu de 52,2% do total em 1992 para 32,9% em 2009. "Se o jovem tem 18, 19 anos e ainda está no ensino médio pode ter de adiar os planos de trabalhar ou acabar conciliando estudo e trabalho", diz Menezes Filho. ECONOMIA AQUECIDA O crescimento mais acelerado da economia brasileira nos últimos anos pode estar contribuindo para a decisão dos jovens de ir direto da escola para o mercado de trabalho, pulando -ainda que temporariamente- a etapa da faculdade. O contexto de maiores oportunidades de negócios foi, por exemplo, um dos fatores que levaram Filipe Travassos da Silva, 22, a assumir o negócio de terraplenagem do pai, que queria se aposentar. Ele tinha feito um curso de tecnólogo em informática. "Eu sempre quis me tornar independente, ter meu próprio dinheiro", diz Silva, que considera fazer um curso curto de empreendedorismo, mas não cursar faculdade. Há casos, no entanto, de jovens que não estão no ensino superior por falta de dinheiro. "Eu queria fazer publicidade, mas não tinha dinheiro para pagar ", afirma Vinicius Sampaio Lima, 19. Lima, que terminou o ensino médio com 18 anos e está trabalhando na área de expedição do HSBC, não tentou entrar em uma universidade pública. Ele espera conseguir juntar dinheiro para pagar um curso de fotografia. Rodrigo Capelato, diretor do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo), afirma que, com a expansão da classe média e o aumento de vagas em faculdades privadas, a procura por cursos até aumentou. "Mas uma fatia grande de alunos acaba trancando o curso porque não consegue pagar a mensalidade ou porque escolhe o curso que pode pagar, mas não se identifica com o mesmo", diz ele. Yasmin Hussein Chamas, 19, diz que tem vontade de estudar psicologia, mas ouve dizer que "não dá grana". Ela trabalha em uma empresa de telemarketing. PREOCUPAÇÃO O afastamento entre os jovens e o ensino superior preocupa especialistas. O problema é agravado pelo fato de que também tem aumentado o percentual de jovens de 18 a 22 anos que não está nem estudando nem trabalhando. "Os dados são assustadores. Essa é a faixa onde as pessoas estão em seu curso universitário. E as empresas buscam pessoas cada vez mais bem formadas", diz José Tolovi Jr., CEO global da organização Great Place to Work. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/8808-cresce-numero-de-jovens-que-priorizam-o-trabalho.shtml
Escrito por «ßëå»® às 11h51
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |