Hoje começo a pensar em um recomeço, o ano de 2012 para mim vai começar de verdade agora em fevereiro, posso dizer que é agora que vou realizar as minhas metas, ou se não conseguir realizar todas, é agora, a partir de fevereiro que vou começar a fazer esse novo recomeço.
Porém, quando falamos em recomeçar devem-se ter datas especificas? Ontem pensando sobre isso, conclui que, na verdade podemos recomeçar a cada segundo, ou mais, a cada milésimo de segundo ( infinito), por que a partir do momento que esse tempo passa o resto passa a ser passado, então se formos levar assim a sério, quando terminar de escrever esse texto, o inicio fará parte do passado, e quando alguém lê-lo também será um passado distante.
Recomeçar significa mudar, ou seja,a gente pode mudar de opinião sempre, podemos errar no momento e depois tentar consertar, podem se fazer milhões de coisas em apenas um segundo, pensar em muitas ou coisas, ou simplesmente não se fazer nada, não pensar em nada, tudo depende de nossa própria escolha.
Pensando em todas essas coisas, confesso que fico plenamente feliz em saber que posso recomeçar a todo o momento, e se fizer isso com grande convicção acredito que posso ser uma pessoa bem mais feliz, livre de culpas do passado ter dado errado, isso sem contar que sem datas especificas posso sim recomeçar a qualquer momento, mesmo quando os outros dizem que talvez seja o momento menos propicio, a decisão é só minha.
Assim fica esse texto, registrando um pensamento passado, mas que talvez ajude alguém a recomeçar e viver melhor a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo, a cada milésimo de segundo e assim infinitamente....
Mais pessoas entre 18 e 22 anos têm deixado estudos de lado, mostra PNAD
Economia aquecida pode ter contribuído para decisão de buscar emprego antes de pensar na faculdade
ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO
Cresce número de jovens que priorizam o trabalho
Mais pessoas entre 18 e 22 anos têm deixado estudos de lado, mostra PNAD
Economia aquecida pode ter contribuído para decisão de buscar emprego antes de pensar na faculdade
Uma parcela cada vez maior de jovens entre 18 e 22 anos tem engavetado ou abandonado os planos de estudo para apenas trabalhar.
Entre os homens dessa faixa etária, mais da metade já se dedica exclusivamente ao trabalho -o percentual aumentou de 46,8% em 2001 para 51,1% em 2009. Já as mulheres que só trabalham representavam 31% do total em 2009 contra 27,5% em 2001.
Os dados são da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e foram levantados pelo economista Naercio Menezes Filho, do Insper.
Segundo especialistas, o fato de que mais jovens têm conseguido terminar a escola com a idade de 17 anos ajuda a explicar essa tendência. A fatia de alunos "atrasados" cursando o ensino médio caiu de 52,2% do total em 1992 para 32,9% em 2009.
"Se o jovem tem 18, 19 anos e ainda está no ensino médio pode ter de adiar os planos de trabalhar ou acabar conciliando estudo e trabalho", diz Menezes Filho.
ECONOMIA AQUECIDA
O crescimento mais acelerado da economia brasileira nos últimos anos pode estar contribuindo para a decisão dos jovens de ir direto da escola para o mercado de trabalho, pulando -ainda que temporariamente- a etapa da faculdade.
O contexto de maiores oportunidades de negócios foi, por exemplo, um dos fatores que levaram Filipe Travassos da Silva, 22, a assumir o negócio de terraplenagem do pai, que queria se aposentar. Ele tinha feito um curso de tecnólogo em informática.
"Eu sempre quis me tornar independente, ter meu próprio dinheiro", diz Silva, que considera fazer um curso curto de empreendedorismo, mas não cursar faculdade.
Há casos, no entanto, de jovens que não estão no ensino superior por falta de dinheiro.
"Eu queria fazer publicidade, mas não tinha dinheiro para pagar ", afirma Vinicius Sampaio Lima, 19.
Lima, que terminou o ensino médio com 18 anos e está trabalhando na área de expedição do HSBC, não tentou entrar em uma universidade pública. Ele espera conseguir juntar dinheiro para pagar um curso de fotografia.
Rodrigo Capelato, diretor do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo), afirma que, com a expansão da classe média e o aumento de vagas em faculdades privadas, a procura por cursos até aumentou.
"Mas uma fatia grande de alunos acaba trancando o curso porque não consegue pagar a mensalidade ou porque escolhe o curso que pode pagar, mas não se identifica com o mesmo", diz ele.
Yasmin Hussein Chamas, 19, diz que tem vontade de estudar psicologia, mas ouve dizer que "não dá grana". Ela trabalha em uma empresa de telemarketing.
PREOCUPAÇÃO
O afastamento entre os jovens e o ensino superior preocupa especialistas. O problema é agravado pelo fato de que também tem aumentado o percentual de jovens de 18 a 22 anos que não está nem estudando nem trabalhando.
"Os dados são assustadores. Essa é a faixa onde as pessoas estão em seu curso universitário. E as empresas buscam pessoas cada vez mais bem formadas", diz José Tolovi Jr., CEO global da organização Great Place to Work.
Antes que todos perguntem o porquê de eu ter deletado o meu Orkut e também excluído os meus álbuns do Facebook, já escrevo uma resposta! Cansei de dessa farra de todo mundo ficar se envolvendo na vida do outro, de ficar fuçando na vida alheia. Cansei colegas que ficam me dizendo que no meu Orkut/Facebook tem uma foto legal que eu mesmo nem lembrava que estava lá, enfim, cansei da falta de privacidade!
E confesso que também cansei do The Sims, da Fazendinha, do City Ville etc, desculpe vizinhos que precisam da minha presença pra cumprir suas metas impossíveis, mas realmente cansei de ser “panaca”. E que meus amigos viciados nos jogos não fiquem tão bravos comigo porque eu sei o quanto esses jogos são legais, mas realmente eles me enjoaram, até porque não consigo mais cumprir as metas, comecei a me dedicar mais a realidade.
E fica aqui um alerta, cuidado Fuçabookeres e orkuteiros de esquecerem da realidade, poismesmo ela sendo complicada ( pelo menos para mim completamente romântica), ela pode ser transformada a todo momentoe precisa de nossa completa dedicação para um mundo melhor, então ao invés de cumprir metas virtuais se todos começassem a cultivar o meio real, talvez não houvesse tanto desmatamento, poluição, corrupção e o relacionamento das pessoas também seria bem melhor, não só um joguinho the sims.
Ontem aconteceram certas coisas que me fizeram repensar e isso me levou a escrever esse texto de desabafo hoje. Como sabem meu trabalho é ensinar, e quando eupercebo um olhar brilhante no fundo da classe me dá uma alegria sem explicação, mas isso só acontece quando a comunicação é feita perfeitamente e por algum motivo inexplicável as energias boas se encontram nesse olhar, quando isso não acontece vem aquela sensação de incapacidade, quem está errando? Eu que estouexplicando ou os alunos?
Para começar vamos pensar em uma cena típica na sala de aula: o clima na sala de aula não vai bem, o professor-educador está em um mal dia, suas palavras não estão atingindo os alunos, estes por sua vez estão desmotivados, seja com os problemas familiares como também com a desorientação dos professores da escola que se sentem incapazes em uma sociedade que parece não ter mais valores, não ter mais educação. Nesse clima escolar todos não sabem o que fazer e a vontade de aprender e ensinar se torna quase que uma utopia.
Por que isso está acontecendo? Por que parece que no Brasil todo mundo só pensa em samba e futebol? Será culpa dos políticos corruptos? Será culpa da mídia? Será culpa da população pobre ou rica? Alguém consegue responder a todas essas perguntas? Creio que não! A educação está sem credibilidade, se até o Enem não dá certo e os alunos fazem greve na USP, fala sério, antigamente se o filho de 7 anos não fosse na escola ajoelhava no milho, quem diria não ir na faculdade, lembrando que só alguns podiam ter esse privilégio.
Mas enfim, são muitas dúvidas e confesso que dá uma imensa vontade de dizer adeus, de não mais me esforçar pra ensinar, pois é difícil ensinar quando parece que ninguém quer aprender, muito mais difícil é nos policiar para que não sejamos maus exemplos já que nós professores também vivemos dentro de um sistema que nos deixa cada vez mais alienados. É complicado, muitas vezes dá vontade de chorar, de mudar de área etc, mas uma vez me disseram que uma vez educador sempre seremos e acredito ser essa a realidade, não tem mais volta;, amanhã o dia recomeça e lá vou eu buscar aquele olhar.
"Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.” O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. " "Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época? (Agora que voce já leu o desabafo, envie para todos os seus amigos.)
Pochmann: Pobres que trabalham e estudam têm jornada maior que operários do século XIX
por Fernando César Oliveira, site da UFPR, sugestão de Luana Tolentino
O economista Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), classificou ontem à noite em Curitiba como "heróis" os brasileiros de famílias pobres capazes de conciliar o trabalho com o estudo.
"No Brasil, dificilmente um filho de rico começa a trabalhar antes de terminar a graduação ou, em alguns casos, até mesmo a pós-graduação", observou Pochmann.
"Os brasileiros pobres que estudam e trabalham são verdadeiros heróis. Submetem-se a uma jornada de até 16 horas diárias, oito de trabalho, quatro de estudo e outras quatro de deslocamento. Isso é mais do que os operários no século XIX."
O presidente do Ipea foi um dos palestrantes na abertura da terceira edição do Seminário Sociologia & Política, ao lado da professora Celi Scalon (UFRJ), no Teatro da Reitoria da UFPR. "Repensando Desigualdades em Novos Contextos" é o tema geral do seminário. Promovido pelos programas de pós-graduação em Sociologia e em Ciência Política da instituição, o evento termina nesta quarta-feira (28).
Pochmann lembrou que o Brasil levou cem anos, desde a proclamação da República, em 1889, para universalizar o acesso das crianças e adolescentes ao ensino fundamental. "Mas esse acesso foi condicionado ao não crescimento dos recursos da educação, que permaneceram em torno de 4,1% ou 4,3% do PIB. Sem ampliar os recursos, aumentamos as vagas com a queda da qualidade do ensino."
Essa universalização do ensino fundamental, no entanto, não significa que 100% dos brasileiros em idade escolar estejam estudando. Segundo dados apresentados pelo dirigente do Ipea, ainda existem 400 mil brasileiros com até 14 anos fora da escola. Se essa faixa etária for estendida para 16 anos, a cifra salta para 3,8 milhões de pessoas.
"A cada dez brasileiros, um é analfabeto. E ainda temos cerca de 45% analfabetos funcionais. É muito difícil fazer valer a democracia com esse cenário."
Em sua fala, Marcio Pochmann também abordou temas como a redução da taxa de fecundidade das mulheres brasileiras, o crescimento da população idosa, o monopólio das corporações privadas transnacionais e a concentração da propriedade da terra.
"O Brasil não fez uma reforma agrária, não democratizou o acesso à terra. Temos uma estrutura fundiária mais concentrada do que em 1920, com o agravante de que parte dela está nas mãos de estrangeiros", afirmou o economista. "De um lado, 40 mil proprietários rurais são donos de 50% da terra agriculturável do país, e elegem de 100 a 120 deputados federais. De outro, 14 milhões trabalhadores rurais, os agricultores familiares, elegem apenas de seis a dez deputados."
Para Marcio Pochmann, a desigualdade é um produto do subdesenvolvimento. "Não que os países desenvolvidos não tenham desigualdade, mas não de forma tão escandalosa."
Nem revolucionário, nem reformista
Segundo o presidente do Ipea, a participação dos 10% mais ricos no estoque da riqueza brasileira não mudou nos últimos três séculos. Permanece estacionada na faixa percentual em torno de 70 a 75%.
"Somos um país de cultura autoritária, com 500 anos de história e menos de 50 anos de vivência democrática. O Brasil não é um país reformista e muito menos revolucionário", sentencia Pochmann. "A baixa tradição de uma cultura partidária capaz de construir convergências nacionais nos subordina a interesses outros que não os da maioria da população."
Marcio Pochmann afirmou que os ricos não pagam impostos no Brasil. "Quem tem carro, paga IPVA. Quem tem lancha, avião ou helicóptero, não paga nada. E o ITR [Imposto Territorial Rural] é só pra inglês ver", exemplificou. "Quem paga imposto no Brasil são basicamente os pobres."
Um estudo do Ipea teria demonstrado que os moradores de favelas pagam proporcionalmente mais IPTU do que os brasileiros que vivem em mansões. "Quem menos paga é quem mais reclama de imposto. Tanto que impostômetro foi feito no centro rico de São Paulo."
Pochmann observa que o tema das desigualdes não gera manifestações, não gera tensão. "Não há greve em relação às desigualdades."
Trabalho imaterial
Na avaliação de Márcio Pochmann, a sociedade mundial está cada vez mais assentada no que ele chama de "trabalho imaterial", associado a novas tecnologias de informação, como aparelhos celulares e microcomputadores. "O trabalhador está cada vez mais levando trabalho pra casa."
Essa sociedade do trabalho imaterial, conforme o dirigente do Ipea, pressupõe uma sociedade que tenha como principal ativo o conhecimento. "Pressupõe o estudo durante a vida toda, e o ensino superior apenas como piso."
Pochmann criticou ainda a forma como a comunidade acadêmica tem tratado o tema das desigualdades no país. "O tema tem sido apresentado de forma muito descritiva e pouco de enfrentamento real e efetivo. Em que medida a discussão está ligada a intervenções efetivas, a políticas que possam de fato alterar a realidade como a conhecemos?"
Na avaliação dele, a fragmentação e a especialização das ciências sociais aprofundariam o quadro de alienação sobre o problema das desigualdades.
"As pesquisas não mudam a realidade. Quem muda a realidade é o homem. Agora, as pesquisas, as teorias mudam o homem. Se mudarem o homem, ele muda a realidade. Nada nos impede de fazer isso, a não ser o medo, o medo de ousar."
Pessoal hoje não tinha um tema certo para escrever no blog, então pensei... pensei...e cheguei a conclusão que deveria escrever um pouco sobre a noite deste sábado que foi simplesmente SUPER ESPECIAL - REENCONTRO DA GALERA DO LOURDÃO ( Colégio Nossa Senhora de Lourdes), este que vivi 6 longos anos da minha existência, desde a 3º série até a 8º sério do ensino fundamental.
Nunca pensei que depois de tanto tempo iria escrever sobre esses longos anos e com tanto saudosismo, é que reencontrar essas pessoas foi muito marcante, até pelo fato de retornar um pouco a minha identidade, de repente sou assim hoje porque convivi com toda essa galera na infância, ou não, mas algo é inegável, eles tiveram uma importância muito forte em minha vida, tanto que depois de 10 anos sem nos vermos parece que nada mudou, que se nós estudássemos novamente tudo seria igual, ou ainda mais legal,porque todos crescemos e situações que antes eram problemas hoje seriam apenas situações cotidianas.
Agradeço hoje a aos meus amigos e amigas que me deram momentos tão bons, muitas vezes não foram entendidos de uma forma bacana, mas não é por isso que deixaram de ser momentos especiais, proporcionaram também as brincadeiras que não voltam mais, disputas olimpicas, danças, gincanas ( quem estudou lá sabe do que estou falando), e isto faz parte de um passado que não volta mais. Porém isto não entristece ninguém, só dá sentido a essa noite ter sido tão especial para todos, pois pergunto: quem é o homem que não precisa de um passado? É por isso que digo: OBRIGADO(A) A TODOS QUE FIZERAM PARTE DO MEU! E depois desse reencontro posso dizer também: OBRIGADO(A) AMIGOS(AS) POR FAZEREM PARTE DA MINHA VIDA!
Espero que os jovens de hoje entendam a mensagem e como eu, riam e se divirtam muito com seus colegas de turma, pois nunca mais vocês voltaram a um passado, mas podem ter certeza que o este fará sim parte do seu presente, pois como já disse hoje sou aquilo que um dia construi e tenho certeza que meu futuro será aquilo que hoje eu planto.
Abraço para todos os amigos e que tenhamos mais voltas ao passado e reflexões sobre o presente, acredito que isso é algo que faz parte de seres humanos, de histórias, de vida, por isso que é tão bom viver... e viver... e apenas VIVER.
Hoje dia 02/05/2011, dez anos após o atentado contra as torres gêmeas, é anunciadaa morte de Bin Laden. Os Estados Unidos festejam e o mundo se preocupa com possíveis novos ataques terroristas, já que todos sabem que Bin Laden era um líder, e como todo líder tinha um grupo muito forte de pessoas que não tem medo da morte pelos seus ideais , ou seja, tem muita gente que morreria por Bin Laden se estivesse na mansão.
Creio que é muito perigoso toda essa comemoração por parte dos americanos, sei que eles esperavam por uma vingança há muito tempo desde os atentados, porém eles se esquecem que acabando com Bin Laden não acabam de vez com o terrorismo e que a paz não é conseguida com mais violência, a paz é conseguida com amor e principalmente com o perdão.
Será mesmo que tudo está bem? Será que ser americano é um sonho? Será que a ideia implantada pelo governo Bush e seguida hoje por Obama, de que o mal sempre vence o bem é absolutamente certa? Quer dizer que o bem é o EUA e o mal é Bin Laden ( líder de um grupo chamado Al Qaeda), tão simples assim? Será esse o futuro que queremos é um futuro de guerras e vingança?
Quero deixar bem claro para todos que sou absolutamente contra qualquer tipo de terrorismo e principalmente a violência, porém hoje me preocupo com tantas festas nos EUA, eles estão se esquecendo de um simples detalhe: eles não são tão intocáveis, são uma nação como qualquer outra, com seus defeitos e qualidades.
Vamos esperar , pois só o tempo revela as verdades de grandes questões. Torço pela humanidade, pois como dizia Albert Eisten: “Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus”. Espero não termos que passar por uma terceira guerra e quero muito não acreditar que já estamos nela. Fica aqui uma reflexão: A morte de Bin Laden deixa estar tudo bem agora?
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:
- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário minímo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)
- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.